Sobre

Imigração com método, tecnologia e gente de verdade.

O Migrar Já nasceu da experiência de uma preparadora de documentos (paralegal) que acompanha famílias brasileiras há anos — quase sempre por indicação. Juntamos esse método a um sistema que organiza cada etapa: diagnóstico, documentos, formulários, envio físico e acompanhamento.

A inteligência artificial acelera a leitura de documentos e a organização do caso. A decisão e a revisão são sempre humanas.

Nossos compromissos

  • Não somos o USCIS e não garantimos aprovação.
  • Não oferecemos “consulta gratuita”; aconselhamento jurídico, quando necessário, é feito por advogado licenciado.
  • Pagamentos apenas por fatura dentro do portal, com contrato aceito antes.
  • Seus documentos ficam em área com login e só a equipe do seu caso acessa.

Referência normativa: 15/out/2026.

Fazer diagnósticoPrivacidade e LGPD

Estilo de vida

Feriados, escola e fim de semana em família.

As fotos trocam de lugar sozinhas. Toque em uma para vê-la grande.

ThanksgivingA família inteira em volta do peru.
Ônibus escolarO amarelo que leva as crianças para a escola.
Quatro de JulhoPiquenique, bandeiras e fogos à noite.
DinerPanqueca, café sem fim e o letreiro em neon.
BeisebolCachorro-quente e jogo no estádio em Houston.

Casos que deram certo

Famílias que se reencontraram

Como cada via funciona na prática: o que foi feito e o que fez o pedido dar certo.

Destino Massachusetts Southborough

01Família imediata

Segundo casamento, divórcio bem documentado

Cidadão divorciado peticionou a esposa. O primeiro casamento tinha divórcio final antes do novo casamento. Levaram a sentença, a certidão nova e prova de vida em comum.

Por que deu certo

Deu certo porque não havia casamento anterior ainda válido. Caso de bigamia ou divórcio incompleto trava o I-130 mesmo quando o afeto é real.

Destino Texas Austin

02Família imediata

Cônjuge de residente que virou cidadão no meio da fila

Mexicana peticionada pelo marido residente (categoria F2A). Anos depois ele naturalizou. O caso foi convertido para cônjuge de cidadão, parente imediato, e deixou a fila de preferência.

Por que deu certo

Deu certo pela naturalização do peticionário. A mesma família mudou de categoria. A data de prioridade antiga continuou útil, mas a espera de F2A deixou de mandar no caso.

Destino Califórnia Big Sur

03Família imediata

Casal do mesmo sexo, casamento válido no lugar da celebração

Dois homens casados no estado de Nova York. O peticionário era cidadão. I-130 consular para o cônjuge, que morava fora. Prova igual à de qualquer casamento: finanças, visitas, planos comuns.

Por que deu certo

Deu certo porque o casamento era válido onde foi celebrado. A categoria é de cônjuge, e o reconhecimento federal do casamento sustenta o I-130.

Destino Carolina do Norte Charlotte

04Família imediata

Pais que visitaram antes e imigraram pelo consulado

Pais entraram com visto de turista para visitar a filha cidadã, voltaram ao país, e só depois a filha entrou com o I-130 consular. Eles não ajustaram status na viagem de turismo.

Por que deu certo

Deu certo porque o processo de imigrante correu no consulado, com a intenção de residir declarada no lugar certo. A visita anterior ficou como visita.

Destino Vermont Interior de Vermont

05Família imediata

Um pai só, mãe falecida

Cidadão peticionou o pai viúvo. Certidão de óbito da mãe, prova de relação filial e de suporte financeiro.

Por que deu certo

Deu certo porque a relação biológica estava clara na certidão de nascimento e não havia outro peticionário necessário. IR-5 é por pai ou por mãe, em petições separadas.

Destino Flórida Miami Beach

06Família imediata

Mãe que criou o filho, com legitimação documentada

Filho cidadão nascido fora do casamento peticionou a mãe. A certidão de nascimento já a listava. Para o pai, em caso parecido, foi preciso provar relação e legitimação conforme a regra da categoria.

Por que deu certo

Deu certo para a mãe pela prova direta de maternidade. O caso do pai só anda com a documentação específica de paternidade que o regulamento pede.

Destino Pensilvânia Doylestown

07Família imediata

Enteado, casamento antes dos 18

Cidadão casou com a mãe de um adolescente quando o menino tinha 15 anos. O enteado foi incluído como filho. A prova foi o casamento anterior aos 18 anos dele e a relação de fato.

Por que deu certo

Deu certo pelo corte dos 18 anos. Enteado cujo padrasto ou madrasta só casou depois dessa idade não entra como filho imediato por esse fundamento.

Destino Califórnia Lake Tahoe

08IR-3Família imediata

Adoção concluída antes dos 16 (IR-3)

Casal americano adotou criança no exterior em processo completo, com os dois anos de custódia e residência conjunta exigidos na categoria. Visto de imigrante IR-3. Entrada como residente.

Por que deu certo

Deu certo porque a adoção estava final, a idade cabia no limite e a custódia de dois anos estava provada. Adoção tardia ou só de papel não sustenta essa via.

Destino Massachusetts Boston

09IR-4Família imediata

Adoção a ser finalizada nos EUA (IR-4)

Adoção iniciada no exterior e finalizada nos EUA, dentro das regras de órfão ou da categoria correspondente, com visto IR-4.

Por que deu certo

Deu certo quando a agência, o home study e a idade da criança fechavam o regulamento. O visto de imigrante veio antes da cidadania automática, que em adoção tem regra própria e prazo próprio.

Destino Texas New Braunfels

10Família imediata

Viúva de cidadão

Mulher casada com cidadão que morreu depois de dois anos de casamento, antes de concluir o I-130. Ela entrou com petição de viúva no I-360 dentro do prazo legal, provou o casamento de boa-fé e a ausência de novo casamento.

Por que deu certo

Deu certo porque a lei cobre o cônjuge sobrevivente mesmo sem petição aprovada em vida, se o casamento era real e o pedido entra no prazo. Casar de novo antes do green card encerra essa via.

Destino Estados Unidos Uma casa com jardim

11Família imediata

Viúvo com petição já aprovada

O I-130 já estava aprovado quando o cidadão morreu. O processo seguiu para o consulado com a prova de viuvez e o substituto de suporte quando a lei exige.

Por que deu certo

Deu certo porque a aprovação anterior e o casamento real mantiveram a base. A morte do peticionário não apagou o caso.

Destino Massachusetts Cape Cod

12Família imediata

Filho de cidadã que estava fora e a mãe peticionou cedo

Mãe se naturalizou quando o filho tinha 17 anos e ainda era solteiro. I-130 imediato. O CSPA e a data de protocolo protegeram a idade durante o processamento.

Por que deu certo

Deu certo pela naturalização enquanto ele ainda cabia em “filho solteiro menor de 21”. Se a naturalização tivesse vindo depois, o caso poderia cair em F1, com fila longa.

Destino Califórnia São Francisco

13F2APreferência familiar

F2A com filho menor derivado

No mesmo I-130 da mãe, o filho solteiro menor acompanhou como derivado. Na hora do visto, a idade foi checada com o CSPA.

Por que deu certo

Deu certo porque peticionaram antes de o filho envelhecer e acompanharam o bulletin. Derivado que completa 21 sem proteção de CSPA pode ficar de fora e precisar de petição nova.

Destino New Hampshire Lincoln

14F1Preferência familiar

F1 com CSPA salvando a idade

Petição feita quando o filho estava perto dos 21. O tempo de tramitação do I-130, descontado na fórmula do CSPA, manteve a idade de “filho” para a categoria que ele buscava.

Por que deu certo

Deu certo pelo cálculo, não pelo aniversário no passaporte. CSPA não congela toda idade em todo caso. Congela conforme a fórmula daquela petição.

Destino Flórida Orlando

15F2BPreferência familiar

F2B, filho solteiro adulto de residente

Residente peticionou o filho de 26 anos (F2B). Fila longa. O filho permaneceu solteiro. Quando o pai naturalizou no meio, avaliaram se valia converter para F1.

Por que deu certo

Deu certo mantendo F2B porque, naquele bulletin, a data de F2B deles estava mais favorável que a F1. Naturalização nem sempre deve ser usada para converter. A comparação das duas filas é que decide.

Exemplos de situações típicas de cada via, sem identificar ninguém. Cada caso é único e a decisão é sempre do governo americano.

Perguntas frequentes

Sobre a gente

Quem somos, como trabalhamos e como cuidamos de você e dos seus dados.

Não achou a sua dúvida? Pergunte no WhatsApp.

Vocês são um escritório de advocacia?

Não. Somos uma empresa privada de organização e preparação documental. Quando o caso exige aconselhamento ou representação jurídica, ele é conduzido por advogado licenciado nos EUA.

Quem está por trás da empresa?

Uma preparadora de documentos (paralegal) com anos de experiência acompanhando famílias brasileiras, junto com uma equipe de atendimento no Brasil e nos EUA e um time de tecnologia que mantém o portal.

Vocês têm ligação com o USCIS ou com o governo americano?

Nenhuma. O USCIS é o órgão do governo que decide os pedidos. Nós preparamos e organizamos o seu processo; a decisão é sempre do governo.

Onde fica a equipe?

Temos gente no Brasil e nos Estados Unidos, com telefone nos dois países. O atendimento é remoto — por WhatsApp, portal e vídeo —, então você não precisa se deslocar.

Quem é a Maya?

A Maya é a nossa assistente virtual no WhatsApp. Ela responde dúvidas a qualquer hora, lembra prazos e pede documentos. Quando a conversa pede uma pessoa, alguém da equipe assume — e você sempre pode pedir isso.

Como vocês usam inteligência artificial?

A IA ajuda a ler documentos, apontar o que falta e organizar o caso mais rápido. Ela não decide nada sozinha: tudo o que vai para o governo passa por revisão humana.

Como meus dados são protegidos?

Seus documentos ficam numa área com login e só a equipe do seu caso tem acesso. Seguimos a LGPD: você pode pedir cópia, correção ou exclusão dos seus dados. Detalhes na página de Privacidade.

Vocês atendem brasileiros que moram em outros países?

Sim. Atendemos brasileiros no Brasil, nos EUA e em outros países. O que muda é o consulado onde a entrevista acontece — e isso a gente organiza com você.

Posso continuar com o meu advogado?

Pode. Muitos clientes já têm advogado e nos contratam para organizar documentos e o dia a dia do processo. Trabalhamos em conjunto, cada um no seu papel.

Por que vocês não oferecem consulta gratuita?

Porque aconselhamento jurídico só pode ser dado por advogado licenciado, e chamar uma triagem de "consulta" seria enganar você. O nosso diagnóstico é gratuito e honesto sobre o que ele é.

Como garantem a qualidade do trabalho?

Cada caso tem uma pessoa responsável, um checklist da via e revisão humana obrigatória antes de qualquer envio. O histórico fica registrado no portal, então nada depende da memória de alguém.

Qual é o horário de atendimento?

A Maya responde 24 horas no WhatsApp. A equipe atende em horário comercial do Brasil e dos EUA, e reuniões por vídeo são marcadas no horário que for melhor para você.

Como confirmo que estou falando com a equipe oficial?

Use apenas os canais listados no rodapé do site. Nunca pedimos pagamento por mensagem direta, Pix para pessoa física ou senha do seu e-mail. Na dúvida, abra o portal e confira por lá.

Posso indicar amigos e família?

Pode e agradecemos! Boa parte dos nossos clientes chega por indicação. Basta passar o link do diagnóstico ou o nosso WhatsApp.

Como faço uma reclamação ou sugestão?

Fale com a pessoa responsável pelo seu caso ou pelo WhatsApp oficial. Toda reclamação é registrada e respondida — e é assim que a gente melhora.